terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Página 44 - Monster from Arabian Nights

De volta às dobraduras!

Página 44 - Monster from Arabian Nights


Pois é, permanecemos nas nossas máscaras e esta não apresentou grande dificuldade. Só tome cuidado com a dobra do passo 5, pois ela será os olhos e se você não dobrar na altura certa, o olho fica meio esquisito, até meio oriental. Minha sugestão? Rapaz, infelizmente essa dobra não tem ponto de referência, fica no tentômetro mesmo.

Aqui o autor sugere que você tente fazer o corpo baseado na base de sapo disponível na página 195. É mentira gente, a página 195 não tem base de sapo nada, se você quiser aprender essa base, a página é a 187. O livro tem muitas referências erradas como esta e quem editou não ligou muito para o detalhe da revisão, mas a gente procura e informa o certo para vocês.
Se eu tentei fazer o corpo? Tentei, tentei mesmo. Não, não consegui mesmo! XD
Eu fiz essa base de sapo e só consegui um pseudo-tronco e a cuequinha dele, mas só. Talvez eu tente novamente, na recapitulação final do livro.

Então é isso, minha gente. Dúvidas: me procurem. Dívidas: eu te conheço? ;D


Té mais.

Retornando

E ae, pessoas?!

Pois é, sumi, viajei, voltei. :)

Foi uma viagem proveitosa, divertida e uma coisa super legal aconteceu para este projeto: comprei papéis de origami!


Não são grandes, então não dá para usar em todos os diagramas daqui em diante, mas chegará sua hora. Além do mais, achei muito caro! Comprei na Liberdade, em São Paulo, onde eu esperava me deparar com a Meca dos papéis de origami, mas que nada... Não tive sorte mesmo, fui a várias lojinhas, algumas em umas galerias meio sinistras, mas nunca encontrava boas opções e nem tamanhos acima de 14×14 cm. Pasmem!

Os maiores eram bonitos e tinham estampas que lembravam tecidos, pois eram destinados para aquelas bonequinhas gueixas de papel, todavia, R$ 54,00 o pacote com meras 20 folhas era demais para o meu bolso, e nem se eu tivesse. Absurdo, hein?! 

Então fica a dica: 

Se você quer comprar papel de origami, os coreanos têm custo-benefício superior aos japoneses e a diferença de qualidade é imperceptível, se houver.

Então vamos retomar tudo de onde paramos.